21/07/10

Geoterapia

O uso de argila é um recurso milenar. Sempre que um animal se sente mal, procura o repouso de uma boa poça de lodo para se revigorar. Se observarmos a rotina de um porco, por exemplo, podemos ver que, após uma boa refeição, ele naturalmente procura o alívio na lama.

Este é um segredo que devíamos aprender para ter uma boa digestão, pois, mais importante que os alimentos, é a forma como fazemos a sua digestão. A argila de boa qualidade tem um poder desintoxicante e cicatrizante. È um agente depurador, de limpeza.

O tratamento ideal seria o banho de lama terapêutica, mas, na falta desta, podemos optar pelo envolvimento completo (costas também) do ventre. Tapa-se este com um pano de algodão e substituir quando secar. Experimente fazer um jejum de frutas e saladas durante o fim de semana e, às refeições, beba água e faça um banho vital. Não se esqueça de aplicar a argila antes de dormir. Anote os resultados e observe a diferença.

Enriqueça os seus cataplasmas com a adição de cebola ralada, carvão vegetal activado, cenoura ralada, mel de abelhas, óleo de eucalipto, óleo de linhaça, orégãos, sal, arnica, camomila, malva, aloé babosa.

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27/05/10

Evitando o excesso de Colesterol (I)

O colesterol é uma substância orgânica de origem animal, pertencente ao grupo dos esteróis, encontrando-se sob dois aspectos químicos: de forma livre, na bílis, cérebro, eritrócitos e plasma, e de forma esterificada (em pequenas quantidades), no plasma. O colesterol pode ter duas origens: exógeno e endógeno, ou seja, ingerimo-lo através da alimentação e é fabricado pelo próprio organismo, mediante síntese bioquímica.

O colesterol que procede da alimentação é absorvido no intestino e é eliminado preferencialmente pela bílis. Durante esse período, está presente nos processos que regulam a permeabilidade da membrana celular, intervém na absorção e transporte das gorduras, tem a capacidade de inactivar algumas substâncias tóxicas e é precursor da Vitamina D e de diferentes hormonas, como a aldosterona, corticosterona e as hormonas sexuais. O colesterol é transportado pelo organismo, associado ás proteínas e formando um composto chamado lipoproteínas. Estas classificam-se em função da sua densidade: as lipoproteínas de alta densidade ou HDL (“bom colesterol”) estão encarregues de levar ao fígado o colesterol presente nos tecidos, evitando o seu depósito e a posterior formação de ateromas.

As VLDL, têm muito baixa densidade e transportam o seu conteúdo até os tecidos, onde serão utilizadas. Da sua degradação, nascem as LDL ou lipoproteínas de baixa densidade (“mau colesterol”), cuja função principal é de servir de transporte para o colesterol até o interior das células. São as responsáveis pela formação de placas na parede das artérias (Aterosclerose), sobretudo na aorta, artérias coronárias, renais e cerebrais, provocando a rigidez e estreitamento das artérias.

As consequências para a saúde do excesso de colesterol são demolidoras e afectam diversas funções e órgãos: podem provocar aneurismas, enfarte de miocárdio, embolia, trombose e acidentes cerebrovasculares. Em determinadas patologias, especialmente nas doenças hipocolesterolemizantes (nefroses, diabetes, hipotiroidismo, etc.), as lesões poderão ter um processo mais rápido.



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12/05/10

Tratar ortomoleculamente as Alergias Respiratórias (III)

Recomendações Gerais

No caso de ácaros e baratas:

• Substitua os sofás de tecido pelos de pele
• Retire do seu ambiente todas as almofadas e tapetes
• Desfaça-se dos seus bonecos de peluche ou lave-os, com frequência, à mesma temperatura que a roupa de cama
• Elimine todos os objectos potencialmente acumuladores de pó
• Impeça a acumulação da sujidade, retirando-a diariamente
• Lave a roupa da cama a uma temperatura de 60 graus
• Controle a humidade com desumidificadores e outros meios, já que aquela é propícia à sua propagação.
• Utilize cobertas anti-ácaros nos colchões e almofadas
• Limpe com panos húmidos, os móveis e outros objectos susceptíveis de acumular pó.
• Ventile as habitações diariamente e, pelo menos, durante 3 a 5 horas.
No caso de pólen:

• Evite as actividades ao ar livre, na época da polinização, sobretudo, a primeira hora da manhã e a última hora da tarde, já que são os momentos de maior perigo para uma que tenha sensibilidade ao pólen
• Utilize ar condicionado com filtros e purificadores do ar

No caso de fungos:

• As recomendações são semelhantes às acima referidas, sendo também necessário diminuir a humidade
• Aumente a ventilação das zonas mais expostas como a cozinha e a casa de banho
• Evite as plantas de interior
• Saiba que as lâmpadas de raios UV são muito eficazes nos sistemas de ventilação e de água para evitar a proliferação de fungos

Carácter geral:

• Evite permanecer em locais em que se fume, já que o fumo do tabaco aumenta a resposta alérgica
• Não permaneça nas habitações enquanto estas são limpas e não entre nelas até, pelo menos, 2 horas
• Use preferencialmente um aspirador com filtros potentes e de qualidade. Se não os tem, humedeça os panos e as escovas da vassoura ao limpar
• Evite, se possível, as mudanças bruscas de temperatura
• Não se submeta a correntes de ar produzidas por ventiladores ou refrigeradores com água, já que são entradas de alérgenos do exterior
• Os animais com pelos e penas são potencialmente perigosos para pessoas muito sensíveis
• Existem alimentos que podem também provocar alergias respiratórias. As pessoas sensíveis deveriam eliminar da sua alimentação alimentos como o leite, as gorduras animais, as bebidas estimulantes, os óleos de milho ou girassol, alimentos histamino-libertadores (carnes, queijos, fermentados, fiambres, fumados, vinho branco e chocolates), pescados e mariscos (contêm histamina), ovos e mel (contêm pólen).

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06/05/10

Tratar ortomoleculamente as Alergias Respiratórias (II)

Sensibilidade e Reacção Alérgica

Uma reacção alérgica não é mais do que uma resposta de reacção, normalmente fulminante e imediata, do organismo face à presença de qualquer substância que considere perigosa. Por isso se diz que é alergénica. Trata-se de uma reacção que tem lugar mediante a produção massiva de um tipo de anticorpos do sistema imune - as imunoglobulinas E (IgE), parte das quais se unem aos basófilos do sangue e aos mastócitos dos tecidos. A pessoa fica sensível a partir desse momento e, dessa forma, quando se produz um segundo contacto com o mesmo alérgeno, o corpo reage de maneira fulminante, provocando uma reacção em cadeia e levando à libertação, no espaço extracelular, de minas vasoactivas, como a histamina, que provoca a inflamação dos tecidos, aumenta a permeabilidade vascular, a contracção da musculatura lisa e a secreção do muco. Estes são os sintomas da reacção alérgica respiratória.
Num primeiro momento, encontramo-nos com substâncias preparadas e armazenadas nos mastocitos, como a histamina, cuja acção é imediata. A segunda reacção surge algumas horas depois e levam-na a cabo derivados do ácido araquidónico, como os leucotrienos e as prostaglandinas tipo PGD2 (potentes activadores da inflamação que exercem a sua actividade, inclusivamente a baixa contracção), assim como os derivados da fosfatidilcolina, conhecidos como os Factor Activador das Plaquetas (PAF), que são substâncias também muito activas e com uma multitude de funções, tanto directas, como indirectas e que provocam, igualmente, a libertação da histamina.

Desta forma, intervêm os eosinófilos, um tipo de glóbulos brancos que estão também presentes nas reacções de hipersensibilidade imediata, que têm a capacidade de libertar uma enzina, a histaminasa, capaz de suprimir a produção de histamina e, inclusivamente, de activá-la. Além disso, tem, ainda, a capacidade de fagocitar complexos antígeno-anticorpo (sobretudo IgE).
A reacção alérgica por inalação pode dar lugar a alterações diferentes como a rinite alérgica (em que a reacção se localiza a nível nasal), a asma brônquica (através da obstrução dos brônquios), disnea (dificuldade em respirar), sibilâncias (chiar do peito), produção de muco e edematização da mucosa respiratória.

Fonte: Sociedade Espanhola de Nutrição Ortomolecular
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01/05/10

Tratar ortomoleculamente as Alergias Respiratórias (I)

Ainda que as alergias respiratórias se verifiquem durante o ano inteiro, é na Primavera que elas se acentuam, devido à exposição a alguns alérgenos. Iremos analisar o que é uma alergia respiratória, as suas causas, bem como o que se pode fazer para minimizar e/ou resolver esta situação. A palavra “alergia” deriva do grego e significa “reacção anormal ou anómala”. A reacção alérgica respiratória é uma reacção de hipersensibilidade imediata. São várias as substâncias que a podem desencadear, denominadas alérgenos e que são introduzidas no organismo, ao serem inaladas.


Ácaros e baratas

Os ácaros são pequenos parasitas, parecidos com as aranhas, que surgem no pó, acumulando-se em carpetes, tapetes, almofadas, mantas, lençóis, sofás, etc., cujo crescimento aumenta nas épocas de humidade ou em lugares onde a mesma supera os 55%. Por outro lado, alguns hábitos higiénicos vieram, paradoxalmente, agravar a situação. Antes, as almofadas sacudiam-se fora, hoje em dia, são aspiradas, o que vem acentuar a aerossolização dos mesmos. Além do mais, o uso da calafetação, em muitas casas, faz com que a temperatura seja excessiva e as habitações se convertam em habitats ideais para o aparecimento de baratas. No que diz respeito a estas últimas, os alérgenos surgem tanto nas fezes, como nos seu próprio corpo e é habitual encontrarem-se nos mesmos locais que os ácaros. Embora sejam responsáveis por muitos outros sintomas, costumam provocar inflamação brônquica, rinite e crises agudas de asma.

Pólenes de Plantas

Procedentes da polinização das árvores e plantas, são frequentemente responsáveis pela asma brônquica. Os alergénicos provenientes das árvores são produzidos, sobretudo, no Inverno e no início da Primavera. No caso das gramíneas (milho, aveia, trigo, cevada, centeio, arroz, cana do açúcar, relva, pastos, etc.), o seu período de polinização é mais amplo. De facto, pode chegar aos 10 meses, no entanto, podemos centrá-lo nos meses de Abril, Maio e Junho. São responsáveis pela inflamação da mucosa nasal, conjuntiva e brônquica. Constata-se que são mais agressivas, quando o ambiente está contaminado por hidrocarbonetos procedentes da combustão de petróleo. Daí que, hoje em dia, sejam mais frequentes as alergias nas grandes cidades do que no campo.

Pelos de Animais

Falamos aqui, sobretudo, dos pelos de gatos e cães, embora todos os animais com pelos sejam passíveis de provocar alergias. No caso do gato, o principal alérgeno reconhecido é uma glicoproteína chamada Fel d1, responsável por 80% das reacções alérgicas a gatos, ainda que não se possam desconsiderar outras fontes, como as pulgas dos gatos, que podem também actuar como alérgenos. Outro dado interessante é o tamanho do alérgeno que, no caso do gato, é muito pequeno (menor que os ácaros), o que lhe permite estar mais tempo suspenso no ar.

Fungos

Estes são alérgenos aéreos, ou seja, encontram-se presentes no ar e, por isso, a sua permanência no ambiente é muito prolongada. Podem vir do exterior ou aparecer no interior das habitações. No exterior, estão presentes na vegetação e na decomposição do solo. No interior das casas, a sua presença dependerá da humidade, da falta de ventilação e da ausência de luz.

As alergias são frequentes entre os membros de uma mesma família e nas pessoas “atópicas”. Este termo foi utilizado, pela primeira vez, por Coca, em 1923, referindo-se às pessoas que demonstram uma sensibilidade anómala em relação a certas substâncias que, para a restante população, são inócuas. Porém, as pessoas que não apresentam atopia, podem, mesmo assim, desenvolver hipersensibilidade.

Fonte: Sociedade Espanhola de Nutrição Ortomolecular

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25/04/10

Os Suplementos Nutricionais nas distintas etapas da vida (II)

Primeira Infância e Adolescência
Durante esta etapa, encontramo-nos, muitas vezes, com o sistema imunitário debilitado, surgindo, com frequência, resfriados, faringites e outras alterações, como as alergias alimentares. Um mero exame das unhas, cabelo, aspecto e cor da pele, língua e dentes, assim como algumas perguntas sobre os hábitos nutricionais, dificuldades no rendimento físico e psíquico, sono, etc., indicam-nos, muitas vezes, as carências existentes.

As carências mais habituais são as de Vitamina do grupo B – nas situações em que surge fadiga, depressão e dificuldades em conciliar o sono – e ferro – no caso de jovens irritáveis, cansados e com uma tez pálida (são, por norma, grandes consumidores de açucares e leite). No que respeita às jovens, este problema agrava-se com a chegada da primeira menstruação, já que as necessidades deste mineral aumentam. Por isso, é aconselhável o consumo de magnésio no caso de choques, irritabilidade ou nervosismo. Por outro lado, se não tiverem o hábito de comerem salada, poderão ter um défice de ácidos gordos essenciais, indispensáveis não só para o desenvolvimento do cérebro e do sistema nervoso, mas também para o bom funcionamento do sistema endócrino e do equilíbrio hormonal, tão importantes, nesta etapa. Se os jovens compreendessem a importância de se responsabilizarem pela sua alimentação, a passagem pela adolescência – já de si difícil - estaria certamente muito mais facilitada.

A Velhice

A velhice não é doença, por isso, não se deve acreditar que, com ela, chegam também as dores e enfermidades. Sofrer de várias doenças não se justifica apenas porque se tem uma idade avançada. É certo que com o avançar da idade surgem perdas progressivas ou repentinas de funções importantes como a hormonal, além de haver uma diminuição das defesas do sistema imunitário e da produção de sucos gástricos, pancreáticos e hepatobiliares, com a consequente dificuldade digestiva, redução das funções intelectuais e sensoriais, degeneração articular e óssea, perda de dentes, etc. Por isso, a forma como se vive esta etapa depende, sobretudo, da qualidade de vida que a pessoa tenha tido até aí. Há idosos de 80 ou mais anos, com uma saúde invejável e que com uma boa actividade física e mental.

Não é, porém, o caso da maioria, a quem a etapa final de vida passa geralmente factura dos excessos cometidos, devido à falta de cuidado com o corpo. É, então, que se verifica uma redução no interesse pela comida, pela vida, surgindo a apatia como resultado da solidão, das carências afectivas, ausência de actividade e motivação…

É um momento da vida em que há carência de Vitamina C, indispensável para a absorção de outros nutrientes (Vitaminas do grupo B, ferro, cálcio, etc.), de vitaminas do grupo B, cuja carência origina anemia, fadiga, palidez, alterações nervosas, etc., de Vitamina D, fundamental para o metabolismo ósseo e função imunitária, de Vitamina A, que intervém nas defesas, nos transtornos da visão, etc., de antioxidantes como o selénio, metionina e a Vitamina E, necessários para lutar contra os problemas inflamatórios e infecciosos e as lesões orgânicas e degenerativas, e de minerais indispensáveis como o ferro, o zinco, o magnésio, o cálcio, entre outros. Nestes casos, recomenda-se tomar diariamente um complexo multi-vitamínico e multi-mineral específico. Além disso, outros elementos como o ginkgo, biloba e bioflavonoides ajudam a melhorar determinadas funções como a memória e a circulação. Tudo isto deveria ainda ser acompanhado de sol, exercício adequado, uma boa higiene emocional e uma alimentação sã e equilibrada, especialmente rica em alimentos crus.

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12/04/10

Nutrição para Pessoas do Tipo Sanguíneo A

ALIMENTOS PREFERENCIAIS

Bacalhau, carpa, cavala, escargot, garoupa, lúcio, salmão vermelho, sardinha, truta;

Leite e queijo de soja (tofu;

Azeite virgem, óleo de linhaça;

Amendoim, sementes de abóbara torradas;

Centeio,trigo sarraceno, trigo germinado, farinha de arroz e de aveia, quinoa;

Abóbara moranga, acelga, alcachofra, alface romana, alho, folhas de beterraba, bróculos, rebentos de alfafa, cebolas, dente de leão, escarola, rábano, cenoura, chicória, espinafre, nabo, quiabo, salsa, couve;

Abacaxi, ameixas em geral, amoras, baga de sabugueiro, cerejas, damascos, figos frescos e secos, limão, mirtilo, passas, toranja;

Alho, gengibre, melaço de cana, missô, malte de cevada, mostarda, molho de soja, tamari;

Café normal ou descafeinado, vinho tinto;

Chá verde, de alfafa, aloé, bardana, camomila, equinácea, hipiricão, gengibre, ginseng, pirliteiro, frutos da roseira, valeriana;

ALIMENTOS A CONSUMIR COM MODERAÇÃO
Frango, peito de peru e ovos;

Atum, espadarte, pargo, pescada, cação ou tubarão;

Leite de cabra e derivados (queijos, iogurtes, requeijão, etc.);

Óleo de arroz;

Amêndoas, avelãs, gergelim, nozes castanhas, pinhão, sementes torradas de girassol;

Arroz integral, branco, selvagem e basmati, aveia , cevada, espelta, milho, painço, tapioca;

Abóbara, abacate, agrião, aipo, alfaces, algas, azeitonas verdes, espargos, rebentos de bambu, chalota cerefólio, coentros, cogumelos, couve flor, couve de Bruxelas, funcho, milho amarelo e branco, folhas de mostarda, pepino, rabanete, repolho chinês;

Abacate, caqui, carambola, framboesa, goiaba, kiwi, lima, maça melão amarelo, morango, nectarina, pêra, pêssego, romã, tâmaras, uvas em geral;

Açafrão, açúcar integral, agar-agar, alecrim,, algas, amêndoas, baunilha canela, cardamomo, cebolinha, chocolate, coentro, cominho, cravo da índia, cúrcuma, caril, erva doce, estragão, hortelã, louro, maisena, mangericão, mel, menta, noz moscada, orégãos, picles em geral, paprica, pimentão, sal, salsa, salva, segurelha, tapioca, tomilho;

Vinho branco;

Chás dente de leão, alcaçuz, bétula, hidrastis, dong quai, sabugueiro, genciana, lúpulo, salsa, tília, verbasco, verbena, tussilagem, hortelã, sene.

ALIMENTOS A EVITAR
Carne bovina ou de porco e derivados, búfalo, vitela, veado, coelho, pato, ganso, perdiz ou faisão;

Arenque, camarão, caranguejo, caviar, anchova, hadoque, lagosta, linguado, lula, mexilhões, ostra, polvo, rã, salmão defumado, tartaruga;

Leite de vaca e derivados (queijos, iogurte, requeijão, etc.

Óleos de amendoim, algodão, milho e gergelim;

Feijão fradinho e mulatinho, grão de bico;

Farinha de trigo branca e integral, glúten, granola, semolina, massa de espinafre;

Azeitonas espanholas, gregas, pretas, batatas em geral, beringela, inhame, pimentos, pimenta japalenã e pimentas em geral, repolhos em geral, tomate, cogumelos shitake;

Bananas em geral, coco, laranja, mamão, manga, maracujá, acerola, tangerina;

Alcaparras, gelatina, pimentas em geral, vinagres em geral, ketchup, maionese, molho inglês;

Bebidas destiladas (aguardente, vodka, whisky) chá preto, cerveja, gasosas;

Chá de barbas de milho, ruibarbo.

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